sexta-feira, 7 de março de 2014

3 TRAVA-LÍNGUAS

Copo, copo, jericopo,
jericopo, copo cá;
quem não dizer três vezes
copo, copo, jericopo,
jericopo, copo cá,
por este copo não beberá.

- Pardal pardo, porque palras?
-Eu palro e palrarei,
porque sou o pardal pardo,
palrador d'el-rei.

Vale mais Sê-lo que parecê-lo,
mas não parecê-lo e não sê-lo,
vale mais não parecê-lo.


In Trava-línguas e mais adivinhas coloridas, Tiago Salgueiro


INTERNET SEGURA


Para pensar...



CONHECER OUTRAS BIBLIOTECAS

Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin





A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) é um órgão da Universidade de São Paulo (USP). Foi criada, em Janeiro de 2005, para acolher e integrar a brasiliana* reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A colecção foi doada pela família Mindlin à USP. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, a brasiliana da BBM é considerada a mais importante colecção do género reunida por um particular. São cerca de 17000 títulos, ou 40000 volumes. Parte do acervo doado pertencia ao bibliófilo Rubens Borba de Moraes, cuja biblioteca foi guardada por Guita e José Mindlin desde a sua morte.



São funções da Biblioteca Mindlin, em conformidade com o seu regimento, conservar, divulgar e facilitar o acesso de estudantes, pesquisadores e do público em geral ao seu acervo; assim como promover a disseminação de estudos de assuntos brasileiros por meio de programas e projectos específicos. Neste sentido, como órgāo da Universidade, a Biblioteca tem reunido especialistas, sediado projectos e apoiado iniciativas de estudos no campo da história e geografia do Brasil, literatura e cultura brasileiras, assim como sociologia, antropologia, economia e outras áreas afins - próximas às vertentes que conformaram a colecção Brasiliana de dr. José Mindlin.


Por outro lado, a Biblioteca Mindlin organizou-se - reivindicando outra tradição cultivada pelo seu criador - como um centro interdisciplinar devotado aos estudos da "cultura do livro". No actual contexto de ampliação do campo de estudos do livro, nas suas múltiplas dimensões disciplinares e interdisciplinares, a Biblioteca Mindlin configura-se como um centro capaz de agregar estudiosos e pesquisadores interessados. Um espaço académico para congregar e promover a pesquisa sobre a prática da escrita e da leitura, a produção do livro e dos impressos em geral, das ciências da informação, das novas tecnologias e meios de difusão da cultura escrita. Como centro de pesquisa, a Biblioteca Mindlin abriga projectos articulados no campo das Humanidades Digitais.


Acervo bibliográfico e documental sobre assuntos brasileiros

POEMA DA SEMANA

Corre cavalinho branco


Corre cavalinho branco
Sobre as ervas e as flores
Doem teus cascos feridos
Ninguém sabe as tuas dores

Corre cavalinho branco
Nesse prado de verdura
Tanto pesa tua sela
Ninguém sabe tua amargura

Corre cavalinho branco
Bebendo a luz do luar...
Que vento longe te leva
que não te deixa parar?

In Segredos e Brinquedos, Matilde Rosa Araújo

quinta-feira, 6 de março de 2014

AMOSTRAS PARA LER +

Contos da Selva



O papagaio nu

Era uma vez um bando de papagaios que vivia no mato.
De manhã cedo iam comer milho à quinta e de tarde comiam laranjas. Faziam um grande barulho com os seus gritos e havia sempre um papagaio de sentinela nas árvores mais altas, para ver se lá vinha alguém.
Os papagaios são tão traquinas como as lagostas porque abrem as espigas de milho para debicá-las e elas, depois, apodrecem com a chuva. E como ao mesmo tempo os papagaios são óptimos para fazer sopa os caçadores perseguem-nos a tiro.
Um dia um homem derrubou com um tiro um papagaio sentinela, o qual caiu ferido e ainda lutou um bom bocado antes de se deixar agarrar. O caçador levou-o para casa, para os filhos do seu patrão. Os meninos curaram-no porque o único ferimento que tinha era um pequeno golpe numa das asas. O papagaio curou-se mas ficou completamente manso. Chamava-se Pedrinho. Aprendeu a dar a pata , gostava de ficar no ombro das pessoas e com o bico fazia-lhes cócegas nas orelhas.
Vivia solto e passava quase todo o dia nas laranjeiras e nos eucaliptos do jardim. Gostava também de se meter com as galinhas. Às quatro ou cinco da tarde, que era a hora em que os donos da casa lanchavam, o papagaio entrava também na sala de jantar e subia pela toalha da mesa, com o bico e as patas, para comer...

Ficaste com curiosidade? Queres conhecer toda a história do papagaio Pedrinho? Queres conhecer outras histórias igualmente fantásticas e emocionantes? Procura o livro na tua Biblioteca Escolar!


In Contos da selva, Horacio Quiroga



quarta-feira, 5 de março de 2014

TEATRO NA BIBLIOTECA ESCOLAR NO ÂMBITO DA SEMANA DA LEITURA "A LÍNGUA PORTUGUESA


No dia 6 de março, a Biblioteca Escolar da escola sede vai receber o grupo de teatro “Corpos de Aluguer Trupe”, para representação da peça “Os piratas” de Manuel António Pina.
Esta atividade é da responsabilidade do grupo de Português do 2º ciclo.

Estão previstas 4 sessões abrangendo os dois turnos para contemplar a presença de alunos de todas as turmas do 2º ciclo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

CONHECER OUTRAS BIBLIOTECAS

Biblioteca Pública de Évora







A Biblioteca Pública de Évora, que em 2005 celebrou 200 anos de existência, foi fundada pelo Arcebispo Frei Manuel do Cenáculo, um clérigo poderoso, generoso e culto, uma das figuras de maior relevo do Iluminismo Português. Presentemente, a Biblioteca Pública de Évora orgulha-se de ser uma das mais antigas e mais ricas bibliotecas de Portugal, o que é inquestionável no que diz respeito às suas colecções. Elas são hoje o resultado de um conjunto de circunstâncias que juntaram numa cidade, numa instituição e num espólio unificado uma grande riqueza de documentos raros, muitos deles únicos.

O espólio da Biblioteca Pública de Évora inclui 664 incunábulos e 6.445 livros impressos do século XVI, para além de vários núcleos de documentos manuscritos, de cartografia, música impressa e mais de 20.000 títulos de publicações periódicas. A Biblioteca Pública de Évora é desde 1931 beneficiária do Depósito Legal, o que tem contribuído para a sua riqueza e abrangência em termos de bibliografia corrente, ascendendo as suas colecções a mais de 612 mil volumes.