BLOGUE DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS - AEP - MAIA
terça-feira, 7 de abril de 2020
CORONAKIDS - SITE LÚDICO-PEDAGÓGICO
CoronaKids é um site lúdico-pedagógico criado pela editora Ideias com História com o objetivo de te informar sobre esta doença que se está a espalhar pelo mundo, provocada pelo novo coronavírus.
Vais encontrar novas notícias todos os dias, informações úteis sobre a COVID-19, curiosidades, jogos, vídeos e atividades para desenvolveres neste período em que estás em casa, para que estejas sempre informado, mas de uma forma divertida.
Um espaço que é teu, com novidades diárias!
Clica aqui:
A MINHA AVÓ TEM CORONAVÍRUS!
Literatura Infantil
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| Ideias com História |
«A minha avó tem coronavírus!» é uma história contada pelo António, um menino que percebe que a sua avó ficou infetada pelo novo coronavírus depois de ter voltado de uma viagem. Como será que ele e a família lidam com a situação? Como se sente a avó? O que é que o António e os seus pais podem fazer para apoiarem a avó e manterem-se protegidos?
Um livro para ajudar as crianças e jovens a lidarem com uma situação nova e inesperada, que obriga a novas rotinas diárias e à gestão de situações nem sempre fáceis de entender.
Susana Amorim, Miguel Correia e Marta Correia
Ficha técnica:
Título: A minha avó tem coronavírus!
Coleção: Tudo vai ficar bem
Coordenação editorial: Miguel Correia
Texto: Susana Amorim, Miguel Correia e Marta Correia
Direção de arte e paginação: Joana M. Gomes
Ilustração: Beatriz Braga
ISBN: 978-989-8937-12-14
Clica aqui:
https://3a0fd263-ca04-4a4f-a013-e91c7f1a26a6.filesusr.com/ugd/778303_ff16929446a24e8187df436febaa895b.pdf
segunda-feira, 6 de abril de 2020
"QUANDO A MINHA ESCOLA ABRIR..."
Literatura infantil
10 minutos a ler por dia não sabe o bem que lhe faria...
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| Ideias com História |
É uma história narrada por sete crianças que se deparam com uma realidade totalmente nova e diferente da que estavam habituadas a viver. A escola fechou e têm dúvidas perante algo com o qual nunca lidaram.
Uma história que aborda emoções e pensamentos naturais de quem tem de se adaptar a viver de outra forma, mas também estratégias para uma fase difícil das suas vidas. Mas um dia a escola vai abrir. E tudo vai ficar bem!
Susana Amorim e Miguel Correia
Título: Quando a minha escola abrir...
Coleção: Tudo vai ficar bem
Coordenação editorial: Miguel Correia
Texto: Susana Amorim e Miguel Correia
Direção de arte: Joana M. Gomes
Ilustração e paginação: Beatriz Braga
ISBN: 978-989-8937-13-1
Edição: Ideias com História 2020
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https://3a0fd263-ca04-4a4f-a013-e91c7f1a26a6.filesusr.com/ugd/778303_f6593cec1ee54ed9badb4630ed40e9cd.pdf
domingo, 5 de abril de 2020
O PRÍNCIPE NABO DE ILSE LOSA
EDUCAÇÃO LITERÁRIA - 5.º ANO
Clica aqui:
sexta-feira, 3 de abril de 2020
"A RAPOSA RUTE"- VAMOS LER?
DEZ MINUTOS A LER POR DIA NÃO SABE O BEM QUE LHE FARIA...
A Rita era uma menina de dez anos muito amiga de animais.
A sua casa estava situada num vale perto de uma montanha, onde havia animais de toda a espécie: coelhos, perdizes, aves coloridas, lobos e raposas.
Muitas vezes, os animais desciam do monte até ao vale.
Um dia, a menina estava a brincar um pouco mais afastada da sua casa, quando viu uma raposa sem se poder mexer, escondida junto a uns arbustos bastante altos. Pensou logo em ir falar com ela. A raposa, quando viu a menina dirigir-se para ela, quis fugir, mas, mal tentou levantar-se, caiu e começou a chorar com medo.
A menina tentou acalmá-la e perceber o que se passava.
— Eu não te faço mal. Quero ajudar-te. O que tens? Como te chamas?
Com muito medo a raposinha foi falando:
— Acho que o meu nome é Rute, mas só me chamavam deficiente. Sabes, eu não nasci igual aos meus três irmãos raposos. Tenho muita dificuldade em mexer as patas e estou sempre a cair e a ficar para trás nas caminhadas. Desta vez, eles aborreceram-se e abandonaram-me. Disseram-me coisas horríveis, que não era como eles, que não servia para nada, que era deficiente! Um autêntico embaraço! O que vou fazer agora?
A Rita começou a pensar e perguntou à raposa:
— Não podes andar bem, mas podes fazer outras coisas, não podes?
A raposa Rute gostou da Rita e, mais calma, respondeu:
— Gostava muito de aprender a ler e a escrever, para poder criar histórias que distraíssem os meus conhecidos e amigos. Assim, não precisava de me mover muito. Eles traziam-me comida e eu contava-lhes uma história.
A menina, contente por a raposinha não ter medo dela, disse:
— Boa! Ótima ideia! Vou ajudar-te. Vou ensinar-te a ler e a escrever. Enquanto aprendes, podes memorizar histórias e contá-las. Eu escrevo-te algumas. Começa já a pensar na primeira. Vou procurar uma tábua onde anunciar as tuas histórias e convidar os animais a virem ouvi-las.
E continuou:
— Que nome queres pôr ao espaço onde vais contar as histórias?
— Cantinho da Fantasia. Parece-te bem? – perguntou a raposa Rute.
— Muito fixe. Vais levá-los para um mundo de fantasia! — exclamou a menina.
— Não é para isso, também, que servem as histórias? — perguntou a raposa.
— Muito bem! És uma raposa esperta. Mãos à obra! — tornou a Rita a dizer entusiasmada.
A tábua ficou feita em pouco tempo e pendurada numa árvore que podia ser vista por muitos animais. No dia seguinte apareceram, muito a medo, os primeiros ouvintes.
A Rute contou a primeira história.
Todos ficaram encantados e o Cantinho da Fantasia depressa se tornou conhecido.
Os irmãos da raposa, quando ouviram falar num animal que contava lindas histórias, também foram ao Cantinho da Fantasia e não queriam acreditar que a irmã que tinham abandonado era a autora de tanto sucesso.
Quando viu os irmãos no meio de tantos animais, a raposa começou:
— Era uma vez uma raposa diferente dos seus irmãos, porque não conseguia mexer-se como eles e acompanhá-los nas suas caminhadas. Em vez de a apoiar, eles deixaram-na sozinha no bosque…
A raposinha não teve tempo de prosseguir.
Ao perceberem o que ela estava a contar, os irmãos correram a abraçá-la e a pedir-lhe perdão. E passaram a ser os ouvintes mais assíduos das histórias que a irmã não se cansava de inventar.
Teresa Cavaco, Associação “NÓS COM A DEFICIÊNCIA RUMO À CIDADANIA” Porto, 2011 (adaptação)
PROJETO - "LER + PARA SER+"
A raposa Rute
Super interessante - Abril.com
A Rita era uma menina de dez anos muito amiga de animais.
A sua casa estava situada num vale perto de uma montanha, onde havia animais de toda a espécie: coelhos, perdizes, aves coloridas, lobos e raposas.
Muitas vezes, os animais desciam do monte até ao vale.
Um dia, a menina estava a brincar um pouco mais afastada da sua casa, quando viu uma raposa sem se poder mexer, escondida junto a uns arbustos bastante altos. Pensou logo em ir falar com ela. A raposa, quando viu a menina dirigir-se para ela, quis fugir, mas, mal tentou levantar-se, caiu e começou a chorar com medo.
A menina tentou acalmá-la e perceber o que se passava.
— Eu não te faço mal. Quero ajudar-te. O que tens? Como te chamas?
Com muito medo a raposinha foi falando:
— Acho que o meu nome é Rute, mas só me chamavam deficiente. Sabes, eu não nasci igual aos meus três irmãos raposos. Tenho muita dificuldade em mexer as patas e estou sempre a cair e a ficar para trás nas caminhadas. Desta vez, eles aborreceram-se e abandonaram-me. Disseram-me coisas horríveis, que não era como eles, que não servia para nada, que era deficiente! Um autêntico embaraço! O que vou fazer agora?
A Rita começou a pensar e perguntou à raposa:
— Não podes andar bem, mas podes fazer outras coisas, não podes?
A raposa Rute gostou da Rita e, mais calma, respondeu:
— Gostava muito de aprender a ler e a escrever, para poder criar histórias que distraíssem os meus conhecidos e amigos. Assim, não precisava de me mover muito. Eles traziam-me comida e eu contava-lhes uma história.
A menina, contente por a raposinha não ter medo dela, disse:
— Boa! Ótima ideia! Vou ajudar-te. Vou ensinar-te a ler e a escrever. Enquanto aprendes, podes memorizar histórias e contá-las. Eu escrevo-te algumas. Começa já a pensar na primeira. Vou procurar uma tábua onde anunciar as tuas histórias e convidar os animais a virem ouvi-las.
E continuou:
— Que nome queres pôr ao espaço onde vais contar as histórias?
— Cantinho da Fantasia. Parece-te bem? – perguntou a raposa Rute.
— Muito fixe. Vais levá-los para um mundo de fantasia! — exclamou a menina.
— Não é para isso, também, que servem as histórias? — perguntou a raposa.
— Muito bem! És uma raposa esperta. Mãos à obra! — tornou a Rita a dizer entusiasmada.
A tábua ficou feita em pouco tempo e pendurada numa árvore que podia ser vista por muitos animais. No dia seguinte apareceram, muito a medo, os primeiros ouvintes.
A Rute contou a primeira história.
Todos ficaram encantados e o Cantinho da Fantasia depressa se tornou conhecido.
Os irmãos da raposa, quando ouviram falar num animal que contava lindas histórias, também foram ao Cantinho da Fantasia e não queriam acreditar que a irmã que tinham abandonado era a autora de tanto sucesso.
Quando viu os irmãos no meio de tantos animais, a raposa começou:
— Era uma vez uma raposa diferente dos seus irmãos, porque não conseguia mexer-se como eles e acompanhá-los nas suas caminhadas. Em vez de a apoiar, eles deixaram-na sozinha no bosque…
A raposinha não teve tempo de prosseguir.
Ao perceberem o que ela estava a contar, os irmãos correram a abraçá-la e a pedir-lhe perdão. E passaram a ser os ouvintes mais assíduos das histórias que a irmã não se cansava de inventar.
Teresa Cavaco, Associação “NÓS COM A DEFICIÊNCIA RUMO À CIDADANIA” Porto, 2011 (adaptação)
COMO AS ROUPAS DOS ANOS 1780 INFLUENCIARAM A MODA DE HOJE
As tendências de Versailhes .... Uma viagem através da moda...
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quinta-feira, 2 de abril de 2020
DIA MUNDIAL DO AUTISMO
DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL - 2 DE ABRIL
1805-1875
- A rainha da neve
- A pequena sereia
- Os sapatos vermelhos
- O soldadinho de chumbo
- O patinho feio
- A pequena vendedora de fósforos
- A princesa e a ervilha
- A Polegarzinha
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| A minha Sintra |
Mais informação:
Vamos ouvir " A pequena vendedora de fósforos?"
quarta-feira, 1 de abril de 2020
POR QUE O 1.º DE ABRIL É O DIA DA MENTIRA?
"A culpa é de uma mudança no calendário cristão, feita no século XVI."
Consulta aqui o artigo na Revista Super Interessante:
ANEDOTA
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