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1117am
ter, 24 de Novembro

terça-feira, 28 de julho de 2020

AGRADECIMENTO PÚBLICO




E agora que as férias se aproximam, a equipa da Biblioteca Escolar agradece a todos e tod@s que ao longo do ano letivo se envolveram nas atividades da Biblioteca Escolar, enriquecendo o seu contributo nas aprendizagens dos nossos alunos.
Agradecemos também a todos os leitores e visitantes deste Blogue.


BOAS FÉRIAS. 
ATÉ BREVE!

PENSAMENTO



"A leitura é uma porta aberta sobre um mundo encantado."

François Mauriac

segunda-feira, 27 de julho de 2020

NÓS, OS FANTÁSTICOS SERES VIVOS

Uma breve história sobre Evolução (com legendas em Português)

Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum.





IGCiência - O vídeo apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Fala-se ainda na contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade. Este vídeo é uma co-produção do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Portugal.

POESIA DE JOSÉ FANHA







" A minha casa é feita de livros que li,
que não li
e alguns que talvez nunca leia.
Em todos nasci e renasci,
em todos vivo e me deito
em todos adormeço e acordo.
Todas as manhãs lhes digo bom dia
e levo-os na mão ao sair
para poder abri-los
em todas as breves ou longas esperas
que a vida me ofereça.”
[…]


José Fanha

1951-


José Manuel Krusse Fanha Vicente é um arquiteto, poeta e escritor de literatura infanto-juvenil português. Nasceu em Lisboa. A 25 de novembro de 2015 foi também homenageado pelas crianças e alunos do nosso Agrupamento no Projeto "Leituras, Sentidos e Saberes", projeto cultural concebido e desenvolvido pela rede de Bibliotecas da Maia.


A MULHER MAIS BONITA DO MUNDO - JOSÉ LUÍS PEIXOTO



DIZEDOR

sexta-feira, 24 de julho de 2020

DEVOLUÇÃO DE LIVROS À BIBLIOTECA ESCOLAR

Tens um livro em casa que foi requisitado na Biblioteca Escolar? Já o leste...


Como fazer? 

Antes de ires para férias, por favor, leva o livro devidamente identificado (dentro do livro coloca um papel com o nome, número, ano e turma) à Escola, ou pede a alguém que o faça.






Escola Básica e Secundária:  8h15m - 15h30m   

Escola Básica de Giesta (Biblioteca Papiniano Carlos): 
Manhã – 9h – 12h 

Escola Básica de Boucinha:  Manhã – 9h – 12h


OBRIGADA!


NOTA: 


Em qualquer uma das Escolas há sempre Assistentes Operacionais que podem receber o livro devidamente identificado, dentro do horário letivo habitual. 

OBRIGADA PLANO NACIONAL DE LEITURA 2027

LER SEMPRE. LER EM QUALQUER LUGAR




Enriquecimento de práticas de leitura regular na Educação Pré Escolar.


A equipa da BE agradece ao P.N.L. a atribuição da verba de 500€ destinada à compra de mais livros atuais e variados para leitura em família no Agrupamento, no âmbito dos Programas Leitura em VAI E VEM /JÁ SEI LER.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

domingo, 19 de julho de 2020

PROJETO "LEITURA EM VAI E VEM"



OBRAS LIDAS EM FAMÍLIA!

Pnl2027.gov.pt

Obrigada a todas as famílias que dedicaram pelo menos 10 minutos do seu dia à leitura com as crianças.


Parabéns a todos os leitores!


Clica aqui:

PROJETO "JÁ SEI LER" - PNL

OBRAS LIDAS EM FAMÍLIA

PARABÉNS A TODOS OS LEITORES!

Pnl.2027.gov.pt

Obrigada às famílias que leram com as suas crianças as histórias. 



sexta-feira, 17 de julho de 2020

UMA IDEIA TODA AZUL

Ler+ Para Ser+




Um dia o Rei teve uma ideia. Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.

Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.
Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém.

Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia: Quem jamais saberia que já tinha dono? Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo.
Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher? Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono.

Abriu. Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.

A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela. O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.

Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto. Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente. Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.

Abriu a porta, levantou o cortinado. Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma ideia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.

Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.

Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.

Marina Colasanti