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ter, 24 de Novembro

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

TEATRO NA BIBLIOTECA ESCOLAR

                                                                                                                          Depositphotos


O NATAL DA BRUXA CARPIDIM


E a Biblioteca Escolar encheu-se para assistir à peça de Teatro “O NATAL DA BRUXA CARPIDIM” de Fernando de Paços, dinamizada pela professora Lurdes Brito e representada por vários alunos do Clube de Teatro.
O público era constituído pelas turmas do 5.ºC, 6.ºG e alguns alunos do 7.ºG e do 8.ºF.





CONTO DE NATAL - 1


                                                                                                   
Guia da Semana


Ássia não conhece o Natal. Ássia veio de outro país onde se celebram festas muito diferentes.

Natal!
Feliz Natal!

Ássia lê estas palavras por toda a parte.As ruas estão enfeitadas de mil e uma cores!
Grupos corais entoam lindos cânticos de Natal. As lojas propõem:

Bolos de Natal,

Postais de Natal,

Velas de Natal,

Decorações de Natal,
Peru de Natal…


À entrada dos grandes hipermercados ergue-se uma floresta de pinheiros de Natal.
As montras oferecem mil coisas.

“Será que as pessoas precisam disto tudo?”, interroga-se a menina, deslumbrada.
Mas o mais extraordinário são os anjos que flutuam no ar.

E Ássia pergunta-se como é que eles se tinham pendurado no céu.Os cabelos de Ássia são encaracolados e a pele é castanho-avermelhada.

Um dia, ouvira os vizinhos dizer:
— Quem é esta rapariga estrangeira? Onde vive? Donde veio?

Ássia tinha vindo de um país em guerra onde as pessoas passavam fome e eram perseguidas. Ássia era uma refugiada.
No primeiro dia de Dezembro, os alunos descobriram, em cima da secretária da professora, um arranjo com quatro velas entre pinhas douradas.

— Oh! que lindo! Vamos celebrar o Advento! — exclamaram as crianças.

Advento! Outra palavra que Ássia nunca tinha ouvido.

“Deve ter alguma relação com o Natal”, pensa.

Quando a professora acende a primeira vela, Ássia enche‑se de coragem e pergunta:
— Natal, mas o que é o Natal?
— Sim! O que é o Natal?! — repete a professora um pouco surpreendida.

As crianças desatam a rir. Todos sabem o que é o Natal!

Os alunos falam todos ao mesmo tempo:
— Natal é quando decoramos a casa.
— Natal é quando pintamos estrelas nas janelas.
— É quando a minha mãe faz bolos.
— É quando escrevo uma carta ao Pai Natal!
— Quando o Pai Natal põe presentes junto do pinheirinho.
— Quando vamos ao mar.
— Quando eu tenho uma bicicleta nova.
— Quando recebo uma boneca grande.
— Quando a minha avó me dá dinheiro.
— Quando os meus avós nos vêm visitar.
— Quando embrulho as prendas.
— Quando enfeito com o meu pai o pinheiro.

Os meninos contam tudo o que fazem no Natal. Mas Ássia continua a não perceber o que é o Natal.

— É altura de vos contar uma história muito antiga. A história do nascimento de Jesus. A história da noite de Natal — diz a professora.

Maria e José à procura de uma estalagem. O dono do albergue que os mandou embora, sem compaixão. A chegada dos pastores, o aparecimento dos anjos.
Os três Reis Magos guiados pela estrela até Belém e, entre eles, Belchior, o rei de pele escura, como Ássia. Ássia ouve com toda a atenção.

— E — continua a professora —, quando representarmos esta história, um de vós terá de fazer o papel de Belchior.

De repente, faz-se silêncio. O rapaz que está ao lado de Ássia acaricia suavemente a cabeça da menina. Ássia sorri e murmura:
— Agora já sei. Natal, é quando eu sou feliz!


Max Bolliger"Noël?"

Mont-Près-Chambord, Bilboquet, 2002



POESIA

Eu queria ser Pai Natal

Eu queria ser Pai Natal

e ter um carro com renas

para pousar nos telhados

mesmo ao pé das antenas.



Descia com o meu saco

ao longo da chaminé,

carregado de brinquedos

e roupas, pé ante pé.



Em cada casa trocava

um sonho por um presente.

Que profissão mais bonita

Fazer a gente contente.


Luísa Ducla Soares
in "Poemas da Mentira e da Verdade"

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

E A HORA DO CONTO CONTINUA…



Biblioteca Papiniano Carlos

Na quinta-feira, dia 30 de novembro, a professora bibliotecária presenteou os alunos do 4.º F do professor Daniel Santos, com a atividade "Hora do Conto".

A atividade iniciou-se com a leitura da história " O Príncipe de Ouro" de Ricardo Alberty. Após a leitura da história, refletiu-se sobre a transmissão de valores inerentes à moral da história, tendo os alunos partilhado as suas opiniões e algumas situações verídicas de atitudes de generosidade.






Na sequência desta atividade, foi lida a "História do Menino Distraído" de Sophie Carquain, que visou sensibilizar e alertar os alunos, no sentido de evitarem no seu dia a dia, comportamentos de "distração" devido à perigosidade que deles pode advir



Momentos de boa disposição e diálogo imperaram no decorrer da atividade, os alunos estiveram muito interessados, tendo participado entusiasticamente.

(Texto elaborado pela colega Emília Ferreira)

APANHADOS.... NO MESMO SITE

JOGO DO 24





quinta-feira, 30 de novembro de 2017

PEDITÓRIO DE PILHAS E BATERIAS A FAVOR DO IPO

Não vamos com certeza ficar indiferentes a este apelo!




Até ao dia 31 de dezembro, está a decorrer o 9.º Peditório Nacional de pilhas e baterias usadas. O objetivo desta ação é doar ao Instituto Português de Oncologia (I.P.O.) um aparelho de tratamento para doentes oncológicos. 
 Entregue, por favor,  as suas pilhas usadas na Biblioteca Escolar e contribua para esta campanha.
Muito obrigada.

FERIADO A 1 DE DEZEMBRO

Saiba o que aconteceu a 1 de dezembro de 1640 lendo os painéis do átrio da nossa Escola! Visite-nos!





APANHADOS

Apanhado a ler no recreio da Escola Básica da Giesta!



terça-feira, 28 de novembro de 2017

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FORMAÇÃO DE UTILIZADORES NA BIBLIOTECA PAPINIANO CARLOS (GIESTA)



Terminou ontem, dia 23 de novembro, a "Formação de Utilizadores na Biblioteca Papiniano Carlos" destinada aos alunos do 3.º/4.º Anos, tendo sido dinamizada pela professora bibliotecária. Nesta última sessão, participaram com bastante interesse, os alunos do 3.º E da professora Leonarda Correia.

Esta Formação muito elucidativa, facultou a aquisição de conhecimentos essenciais aos alunos e contribuiu para o desenvolvimento da sua autonomia na utilização da Biblioteca Escolar.







No final da sessão, foi entregue a cada aluno um "guião do Utilizador" panfleto informativo sobre a Formação.
(texto elaborado pela professora Emília Ferreira)




terça-feira, 21 de novembro de 2017

POESIA



NA MÁQUINA DO TEMPO


Ah, se eu pudesse andar
na máquina do tempo!
Quebrava esse horror
que é o despertador.
Só saía ao meio-dia
para a escola que abria
às oito da manhã,
em ralhos da mamã...


Ah, se eu pudesse andar
na máquina do tempo!
Correndo em marcha atrás
caçava lá atrás
um dinossauro anão
que seria o meu cão.
Pois grande, francamente,
metia medo à gente...


Ah, se eu pudesse andar
na máquina do tempo!
Punha-me a acelerar
para só aterrar
em distantes planetas,
que estão por descobrir.
Aonde eu havia de ir...


Quando eu puder andar
na máquina do tempo,
hei-de te convidar
para também passear,
E se tiveres coragem,
será longa a viagem...
Aonde queres vir comigo?
ai já pensando, amigo...

Luísa Ducla Soares, A Cavalo no Tempo - Civilização Editora 2003