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BLOGUE DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS - AEP - MAIA
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
SARAU DE NATAL
TEATRO NA BE
A BRUXA REGRESSOU À BIBLIOTECA…
Os alunos do 4º ano das turmas F e E da Escola Básica da Giesta acompanhados pelos professores Andreia Rocha e Daniel Santos visitaram a BE para assistir à dramatização da obra de Fernando de Paços “O primeiro Natal da Bruxa Carpidim”. A eles se juntaram os alunos de Educação Especial devidamente acompanhados pelos professores e assistentes operacionais.
Os alunos do Clube de Teatro da professora Lurdes Brito foram altamente ovacionados no final da sua representação.
Os alunos do 4º ano das turmas F e E da Escola Básica da Giesta acompanhados pelos professores Andreia Rocha e Daniel Santos visitaram a BE para assistir à dramatização da obra de Fernando de Paços “O primeiro Natal da Bruxa Carpidim”. A eles se juntaram os alunos de Educação Especial devidamente acompanhados pelos professores e assistentes operacionais.
Os alunos do Clube de Teatro da professora Lurdes Brito foram altamente ovacionados no final da sua representação.
À saída visitaram com entusiasmo a exposição/venda do Mercado Especial de Natal e receberam da Biblioteca Escolar um marcador elaborado pelos alunos da Escola sede.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
MERCADO ESPECIAL DE NATAL
Encontram-se já expostos para venda trabalhos do nossos alunos de Educação Especial que a todos oferecem a possibilidade de adquirir um enfeite de Natal.
Não deixe de visitar esta amostra!
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
CONTO DE NATAL - 2
Aquele pobre vendedor de feira tinha passado o dia inteiro vendendo uns poucos, simples brinquedos de madeira e pano.
Graças a Deus, havia vendido quase todos.
Na verdade, só tinha sobrado uma linda boneca, que ele havia pensado em vender por um bom dinheiro.
Mas a rua já estava deserta, poucas pessoas passavam apressadas, sem prestar atenção aos seus chamados.
É a última! dizia ele já desconsolado – a última boneca ! Ninguém quer levá-la ?
Como ninguém parava, ele começou a desmontar a barraca.
O frio era intenso, dava vontade de correr para dentro de casa, ficar junto da lareira.....
Só então, ele percebeu a figurinha magra de uma menina – teria uns seis anos, tremia de frio , mas estava quieta, calada, parada, olhando fixamente a boneca.
Vá para casa, menina ! - disse-lhe o vendedor. Vá para casa, aquecer-se um pouco !
A menina não respondia. No rosto magro, só se viam os olhos fixos, enormes; ela não escutava nada.
O vendedor ainda perguntou: - Onde está a sua mãe ?
- Ela morreu, disse a garota num fio de voz. Não tenho mais ninguém !
O vendedor era pobre, muito pobre; mas o brilho dos olhos enormes daquela menina o cativou; e. de repente, levado por uma força estranha, estendeu a boneca para a garota.
Ela a pegou, a abraçou, murmurou um: - obrigada!! - e se foi.
Naquele mesmo instante, uma estrela de um brilho excepcional se desprendeu; acendeu-se mais intensamente, atravessou o veludo escuro do céu – e se perdeu, enfim, no horizonte distante.
O vendedor acompanhou admirado o seu trajeto…
E soube, do fundo do seu coração, que esse sinal era o agradecimento de uma mãe.
A Noite de Natal - Publicado
em 12 de November de 2009 por Romano Dazzi
POESIA
CHOVE. É DIA DE NATAL
Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa, in 'Cancioneiro'
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
TEATRO NA BIBLIOTECA ESCOLAR
O NATAL DA BRUXA CARPIDIM
O público era constituído pelas turmas do 5.ºC, 6.ºG e alguns alunos do 7.ºG e do 8.ºF.
CONTO DE NATAL - 1
Guia da Semana
Ássia não conhece o Natal. Ássia veio de outro país onde se celebram festas muito diferentes.
Natal!
Feliz Natal!
Ássia lê estas palavras por toda a parte.As ruas estão enfeitadas de mil e uma cores!
Grupos corais entoam lindos cânticos de Natal. As lojas propõem:
Bolos de Natal,
Postais de Natal,
Velas de Natal,
Decorações de Natal,
Peru de Natal…
À entrada dos grandes hipermercados ergue-se uma floresta de pinheiros de Natal.
As montras oferecem mil coisas.
“Será que as pessoas precisam disto tudo?”, interroga-se a menina, deslumbrada.
Mas o mais extraordinário são os anjos que flutuam no ar.
E Ássia pergunta-se como é que eles se tinham pendurado no céu.Os cabelos de Ássia são encaracolados e a pele é castanho-avermelhada.
Um dia, ouvira os vizinhos dizer:
— Quem é esta rapariga estrangeira? Onde vive? Donde veio?
Ássia tinha vindo de um país em guerra onde as pessoas passavam fome e eram perseguidas. Ássia era uma refugiada.
No primeiro dia de Dezembro, os alunos descobriram, em cima da secretária da professora, um arranjo com quatro velas entre pinhas douradas.
— Oh! que lindo! Vamos celebrar o Advento! — exclamaram as crianças.
Advento! Outra palavra que Ássia nunca tinha ouvido.
“Deve ter alguma relação com o Natal”, pensa.
Quando a professora acende a primeira vela, Ássia enche‑se de coragem e pergunta:
— Natal, mas o que é o Natal?
— Sim! O que é o Natal?! — repete a professora um pouco surpreendida.
As crianças desatam a rir. Todos sabem o que é o Natal!
Os alunos falam todos ao mesmo tempo:
— Natal é quando decoramos a casa.
— Natal é quando pintamos estrelas nas janelas.
— É quando a minha mãe faz bolos.
— É quando escrevo uma carta ao Pai Natal!
— Quando o Pai Natal põe presentes junto do pinheirinho.
— Quando vamos ao mar.
— Quando eu tenho uma bicicleta nova.
— Quando recebo uma boneca grande.
— Quando a minha avó me dá dinheiro.
— Quando os meus avós nos vêm visitar.
— Quando embrulho as prendas.
— Quando enfeito com o meu pai o pinheiro.
Os meninos contam tudo o que fazem no Natal. Mas Ássia continua a não perceber o que é o Natal.
— É altura de vos contar uma história muito antiga. A história do nascimento de Jesus. A história da noite de Natal — diz a professora.
Maria e José à procura de uma estalagem. O dono do albergue que os mandou embora, sem compaixão. A chegada dos pastores, o aparecimento dos anjos.
Os três Reis Magos guiados pela estrela até Belém e, entre eles, Belchior, o rei de pele escura, como Ássia. Ássia ouve com toda a atenção.
— E — continua a professora —, quando representarmos esta história, um de vós terá de fazer o papel de Belchior.
De repente, faz-se silêncio. O rapaz que está ao lado de Ássia acaricia suavemente a cabeça da menina. Ássia sorri e murmura:
— Agora já sei. Natal, é quando eu sou feliz!
Max Bolliger"Noël?"
Mont-Près-Chambord, Bilboquet, 2002
POESIA
Eu queria ser Pai Natal
e ter um carro com renas
para pousar nos telhados
mesmo ao pé das antenas.
Descia com o meu saco
ao longo da chaminé,
carregado de brinquedos
e roupas, pé ante pé.
Em cada casa trocava
um sonho por um presente.
Que profissão mais bonita
Fazer a gente contente.
Luísa Ducla Soares
in "Poemas da Mentira e da Verdade"
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
CONCURSO “UM AUTOR DE CADA VEZ”
MÊS DEZEMBRO/JANEIRO
“A noite de Natal” de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Nesta quadra natalícia a equipa da BE escolheu a obra “A noite de Natal”.
Todos os alunos são convidados à leitura da obra.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
E A HORA DO CONTO CONTINUA…
Biblioteca Papiniano Carlos
Na quinta-feira, dia 30 de novembro, a professora bibliotecária presenteou os alunos do 4.º F do professor Daniel Santos, com a atividade "Hora do Conto".
A atividade iniciou-se com a leitura da história " O Príncipe de Ouro" de Ricardo Alberty. Após a leitura da história, refletiu-se sobre a transmissão de valores inerentes à moral da história, tendo os alunos partilhado as suas opiniões e algumas situações verídicas de atitudes de generosidade.
Na sequência desta atividade, foi lida a "História do Menino Distraído" de Sophie Carquain, que visou sensibilizar e alertar os alunos, no sentido de evitarem no seu dia a dia, comportamentos de "distração" devido à perigosidade que deles pode advir
Momentos de boa disposição e diálogo imperaram no decorrer da atividade, os alunos estiveram muito interessados, tendo participado entusiasticamente.
(Texto elaborado pela colega Emília Ferreira)
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