Powered by DaysPedia.com
1117am
ter, 24 de Novembro

domingo, 7 de junho de 2020

O CURTO REINADO DE D. DUARTE

RTP ENSINA
5.º ano - HGP
D. Duarte " O Eloquente"
(1391-1438)





Era o segundo filho mais velho de D. João I e D. Filipa de Lencastre.
Por morte de seu irmão D. Afonso, torna-se herdeiro da coroa. 
Reforçou o poder da monarquia e quis expandir o reino para Marrocos, com resultados nem sempre positivos. Apostou na expansão marítima. Durante o seu reinado os portugueses passaram o cabo Bojador.
D. Duarte governou durante 5 anos e morre em 1438, em Tomar, vitimado pela peste.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

CONCURSO INTERNACIONAL DE MÁSCARAS FACIAIS



2 Máscaras faciais a concurso:

6.ºD e Living Peace

A máscara da Paz -
Leandro Torres

 A máscara contra o racismo - Rita Campos



DIA MUNDIAL DO AMBIENTE - 5 DE JUNHO

5 DE JUNHO

Obrigada Drª Rosário Pontes




ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO

 Desafios da sacola pedagógica

Renascença

1.º DESAFIO

Sabes quem foi José Afonso?

Sabes o que aconteceu a 25 de Abril de 1974?

A canção “Grândola, Vila Morena” diz-te alguma coisa?




2.º DESAFIO

O Homem da Gaita (Pré Escolar)



Gostaste? Queres saber mais acerca desta Associação?

quinta-feira, 4 de junho de 2020

A RAPOSA E A CEGONHA - FÁBULA DE ESOPO



A HISTÓRIA DA MENINA E DAS AMEIXAS DO SENHOR FERREIRA

imagem partilhada da wordpress

Certa vez, uma menina estava a brincar no jardim. Brincava sozinha porque nesse dia a mãe tinha muito que fazer. Só de vez em quando é que a olhava pela janela e ficava contente por ver a filha a brincar tranquilamente.

Nisto, o Sr. Ferreira e a esposa desceram ao jardim deles. A D.ª Ana trazia dois cestos e o Sr. Ferreira carregava uma escada, dirigindo-se ambos para a grande ameixoeira que tinham no jardim. A menina correu rapidamente para a vedação e ficou a vê-los.

— O que é que estão a fazer? — gritou, ao ver o Sr. Ferreira encostar a escada à árvore.

— Vou subir à árvore — respondeu o vizinho acenando-lhe com a mão.

— E depois?

— Depois vou colher as ameixas — retorquiu, e começou a subir a escada.

A D.ª Ana ficou em baixo a olhar.

— Tem cuidado! — gritou.

— Ele não cai — acalmou-a a menina. — E, se cair, a minha mãe leva-o imediatamente ao hospital no nosso carro. — Posso ir para a vossa beira? — pediu, e, de seguida, chamou a mãe em voz alta.

— Posso ir um bocadinho para o jardim da D.ª Ana? — perguntou quando ela apareceu à janela.

— A pequenita não incomoda? — perguntou a mãe.

— De maneira nenhuma! — exclamou o Sr. Ferreira.

Só então é que a mãe o descobriu em cima da ameixoeira.
A menina transpôs a vedação e começou imediatamente a ajudar a D.ª Ana, que apanhava as ameixas que caíam da árvore, mas tinha dificuldade em curvar-se.

— Espere, D.ª Ana, eu ajudo! — e apanhou rapidamente as ameixas todas.

Eram cada vez mais, pois o Sr. Ferreira não só colhia como também sacudia os ramos e fizera cair muitas. De seguida, ele desceu da escada com dois baldes cheios e despejou-os num cesto. Um destes já estava quase cheio também.
Colheram e despejaram, até encherem dois cestos. A D.ª Ana foi a casa buscar mais dois. Acabaram por encher quatro e a grande ameixoeira ficou sem frutos.
A menina ajudou a apanhar as ameixas que tinham caído.

— Muito obrigado! — disse o Sr. Ferreira no fim, ao levar os cestos para a cave com a ajuda da mulher.

A menina já não pôde ajudá-los porque os cestos eram muito pesados. O Sr. Ferreira pegava num lado e a mulher no outro, esbaforida.
No fim, o Sr. Ferreira tirou o porta-moedas do bolso das calças e quis dar algum dinheiro à menina.

— Deste-nos uma ajuda tão grande!

Mas a menina abanou a cabeça, passou rapidamente a cerca e regressou ao seu jardim.

— Muito obrigada! — gritou-lhe a D.ª Ana.

E a pequenita ficou contente ao ouvir aquilo.
À noite, quando a menina e os pais estavam à mesa a jantar, tocaram de repente à campainha.
A D.ª Ana entrou com um grande bolo de ameixa, redondo, fresco e com muito açúcar por cima. A menina ficou tão contente que, nessa noite, não comeu nem queijo nem fiambre, nem doce nem requeijão com ervas.
Só comeu bolo de ameixas.
Comeu ela e comeu toda a família.
E pouco sobrou, pois estava delicioso!


Rolf Krenzer, Freue Dich auf jeden Tag


DEPOIS DE TUDO

POESIA

IDS/ Instituto para o bem social

De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...


Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
Fernando Sabino , O Encontro Marcado.

terça-feira, 2 de junho de 2020

DEVOLUÇÃO DE LIVROS DA BE - JUNHO


A Biblioteca está fechada fisicamente e eu preciso de entregar um livro que requisitei, como faço?


Leva o livro devidamente identificado (dentro do livro coloca um papel com o nome, o número, ano e turma) à Escola, ou pede a alguém que o faça.

Entrega-o, p.f., à Assistente Operacional no hall da entrada, junto ao PBX. 



HORÁRIO PARA ENTREGA:

8h15m - 15h30m
Muito Obrigada. Até breve.

UMA IDEIA TODA AZUL

LER+PARA SER+
imagem partilhada da wordpress
Um dia o Rei teve uma ideia. Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.

Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.

Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém.

Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia: Quem jamais saberia que já tinha dono? Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo.

Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher? Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono.

Abriu. Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.

A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela. O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.

Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto. Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente. Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.

Abriu a porta, levantou o cortinado. Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma ideia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.

Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.

Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.

Marina Colasanti

segunda-feira, 1 de junho de 2020

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA - 1 DE JUNHO 2020

"Grande é a poesia, a bondade e as danças… Mas o melhor do mundo são as crianças”.
Fernando Pessoa in "Liberdade"

Tismoo


Vamos celebrar o "Dia Mundial da Criança" com vários trabalhos produzidos pelos nossos alunos agora à distância e ao mesmo tempo tão perto... 

Saiba ainda a origem do evento: 

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 2020

Os nossos poetas


Neste dia da Criança,
a idade não importa.
Pois só queremos
que a diversão nos bata à porta.

Deixamos ela entrar
e com o silêncio acabar
e nas nossas casas
a barulheira vai começar.

Brincamos até anoitecer
pois ninguém nos pode parar.
Comemos o que nos apetecer,
este dia ninguém pode estragar.



Maria Barbosa, 6.ºA, N.º11

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 2020



TRABALHOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS:



Freepik
Crianças felizes,
Crianças a passear,
têm dia próprio,
para festejar.


Crianças pequenas,
os dias a passar,
a juventude é
para aproveitar.

Gonçalo Monteiro, N.º2 6.ºA

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 2020

A opinião da Matilde Pimentel
(6°A, N°17)


Para mim, ser criança é ser livre para sonhar e acreditar num futuro risonho.
É aproveitar cada dia e cada momento. 
É rir, brincar e dançar. 
É saber que estamos protegidos por quem nos quer bem. 
É ter consciência que nem todas as crianças são livres e felizes, pois nem todas têm a sorte de poder ser crianças. 

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA - 01 DE JUNHO DE 2020






DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 2020


POEMA DEDICADO AO JARDIM DE INFÂNCIA


Este poema vai mostrar
Que a brincar eu aprendi,
Desenhei, pintei,cantei,
Conversei, dancei,cresci.

Ouvi histórias,poesias,
Lengalengas,recitei,
Fiz teatros, animações,
E tanta coisa mais...eu sei.

Muitos amigos eu fiz
Bons momentos partilhei,
A respeitar eu aprendi,
Pedir desculpa já sei! 

Estou pronta para aprender,
Muito há ainda para me ensinarem,
Aqueles anos que ali passei
Foram bons, para me recordarem.


Núria Vilas Boas Domingos, 6.°A, N.°19