Nasceu em dezembro de 1982, em Carregosa. É de Vale de Cambra. Vive, atualmente, em Vila Nova de Gaia. Apaixonada pela Teologia. Professora de coração. Escritora por conspiração! É cristã. Adora futebol, música, cinema, livros, fotografia, culinária e conversa da boa! É portista, por bênção! Gosta de pessoas. Muito! Diverte-se, profundamente, enquanto escreve estórias. Depois de “Um coração XXL”, chegou-lhe “A Família Durão” – a sua segunda estória editada.
BLOGUE DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS - AEP - MAIA
domingo, 24 de outubro de 2021
ENCONTRO COM A ESCRITORA ELSA ALMEIDA
MIBE 2021
Nasceu em dezembro de 1982, em Carregosa. É de Vale de Cambra. Vive, atualmente, em Vila Nova de Gaia. Apaixonada pela Teologia. Professora de coração. Escritora por conspiração! É cristã. Adora futebol, música, cinema, livros, fotografia, culinária e conversa da boa! É portista, por bênção! Gosta de pessoas. Muito! Diverte-se, profundamente, enquanto escreve estórias. Depois de “Um coração XXL”, chegou-lhe “A Família Durão” – a sua segunda estória editada.
Nasceu em dezembro de 1982, em Carregosa. É de Vale de Cambra. Vive, atualmente, em Vila Nova de Gaia. Apaixonada pela Teologia. Professora de coração. Escritora por conspiração! É cristã. Adora futebol, música, cinema, livros, fotografia, culinária e conversa da boa! É portista, por bênção! Gosta de pessoas. Muito! Diverte-se, profundamente, enquanto escreve estórias. Depois de “Um coração XXL”, chegou-lhe “A Família Durão” – a sua segunda estória editada.
MIBE 2021 - CONTOS DE FADAS...
O desafio foi lançado pela BE... e já estão a chegar os trabalhos.
Trabalhos produzidos pelos nossos pequenos artistas da Sala 5 do Pré Escolar.
OBRIGADA EDUCADORA RAQUEL OLIVEIRA DA ESCOLA BÁSICA DA GIESTA.
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
MIBE 2021 - CONTOS DE FADAS E CONTOS TRADICIONAIS DE TODO O MUNDO
"Os Contos de fadas fazem parte desses livros eternos que os séculos não conseguem destruir e que, a cada geração, são redescobertos e voltam a encantar leitores ou ouvintes de todas as idades”.
COELHO, N. N. Contos e desenvolvimento psíquico. Revista Viver Mente & Cérebro, nov. 2004.
Estas histórias prenderam a atenção dos alunos que se projetaram nas diferentes personagens e situações.
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
"OS DOIS AMIGOS" - CONTOS E LENDAS DE PORTUGAL E DO MUNDO
Leitura da lenda árabe "Os dois amigos" que consta na obra "Contos e lendas de Portugal e do mundo", uma adaptação de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete, dirigida aos alunos do 5.ºA.
MIBE 2021- CONTO TRADICIONAL INDIANO
O CÃO PRETO
| CachorroGato |
Shakra, rei dos deuses, ergueu-se do seu trono dourado e observou a Terra com atenção. Havia oceanos reluzentes e nuvens como pérolas, montanhas com cumes de neve e continentes de muitas cores. Embora tudo fosse belo, Shakra sentiu uma certa apreensão.
Os seus sentidos luminosos expandiram-se pelos céus. Sentiu o calor da guerra. Ouviu o balir dos vitelos, o ladrar dos cães, o grasnar dos corvos. Ouviu crianças a chorar e vozes a gritar de raiva. Ouviu o choro dos esfomeados, dos sós, dos pobres. As lágrimas rolaram-lhe pela cara abaixo e caíram sobre a terra como aguaceiros de meteoros.
— É preciso fazer alguma coisa! — disse Shakra.
Metamorfoseou-se num guarda-florestal e levou consigo um grande arco em osso. A seu lado, caminhava um grande cão preto. O pelo do cão era emaranhado, os olhos brilhavam como fogo incandescente, os dentes mais pareciam presas, e a boca e língua pendente eram da cor do sangue.
Shakra e o cão deram um salto e mergulharam em direcção à Terra por entre as estrelas brilhantes. Por fim, aterraram mesmo ao lado de uma cidade esplêndida.
— Quem és tu, forasteiro? — perguntou, admirado, um soldado, do alto das muralhas da cidade.
— Sou estrangeiro nestas paragens e este — disse, apontando o animal com um gesto — é o meu cão.
O cão preto abriu a boca e ladrou. O soldado que estava de guarda às muralhas ficou aterrado. Foi como se estivesse a olhar para um enorme caldeirão de fogo e de sangue. A garganta do cão emanava fumo. A boca abria-se cada vez mais.
— Fechem os portões! — ordenou o soldado. — Fechem-nos imediatamente!
Mas Shakra e o cão conseguiram saltar os portões cerrados. Os habitantes da cidade fugiram em todas as direções, como se fossem marés a subir ao longo de uma praia. O cão foi no seu encalço, juntando as pessoas como se fossem um rebanho de ovelhas. Homens, mulheres e crianças gritavam, aterrorizados.
— Parem! — gritou Shakra. — Não se mexam!
As pessoas imobilizaram-se.
— O meu cão tem fome. O meu cão tem de ser alimentado.
O rei da cidade, a tremer de medo, ordenou:
— Rápido! Tragam comida para o cão! Imediatamente!
Em breve, carroças chegavam ao mercado carregadas de carne, pão, milho, frutos e cereais. O cão engoliu tudo de uma só vez.
— O meu cão precisa de mais comida! — exclamou Shakra.
As carroças voltaram de novo, carregadas. E o cão voltou a devorar tudo de uma assentada. Depois soltou um grito de angústia, um grito que parecia emanar das profundezas do Inferno.
As pessoas caíram por terra e taparam os ouvidos, aterradas. Shakra, o forasteiro, fez soar a corda do seu arco, que fez um ruído semelhante ao ribombar do trovão numa noite de tempestade.
— O meu cão ainda tem fome! Dêem-lhe de comer!
O rei contorceu as mãos e pôs-se a chorar.
— Já lhe demos tudo o que tínhamos. Não temos mais!
— Sendo assim, o meu cão alimentar-se-á de pastos e montanhas, de pássaros e animais ferozes. Devorará as rochas e mastigará o sol e a lua. O meu cão alimentar-se-á de vós!
— Não! — gritaram as pessoas. — Tem misericórdia de nós! Rogamos-te que nos poupes! Poupa o nosso mundo!
— Então acabem com a guerra — disse Shakra. Alimentem os pobres. Cuidem dos doentes, dos sem-abrigo, dos órfãos, dos velhos. Ensinem a bondade e a coragem às vossas crianças. Respeitem a terra e todas as suas criaturas. Só assim acalmarei o meu cão.
Shakra transformou-se num gigante, resplandecente de luz. Ele e o cão deram um salto e, numa espiral de fumo, subiram cada vez mais alto.
Lá em baixo, nas ruas da cidade, homens e mulheres olhavam o céu, consternados. Estenderam as mãos, uns para os outros e prometeram mudar as suas vidas, fazer o que o forasteiro lhes tinha ordenado que fizessem.
Bem lá de cima, Shakra sorriu no seu trono dourado, ao olhar para a terra. Limpou a testa com um braço resplandecente. As inúmeras estrelas cintilavam, fulgentes, e a escuridão dormitava entre elas, tal como um cão junto de uma fogueira.
Os seus sentidos luminosos expandiram-se pelos céus. Sentiu o calor da guerra. Ouviu o balir dos vitelos, o ladrar dos cães, o grasnar dos corvos. Ouviu crianças a chorar e vozes a gritar de raiva. Ouviu o choro dos esfomeados, dos sós, dos pobres. As lágrimas rolaram-lhe pela cara abaixo e caíram sobre a terra como aguaceiros de meteoros.
— É preciso fazer alguma coisa! — disse Shakra.
Metamorfoseou-se num guarda-florestal e levou consigo um grande arco em osso. A seu lado, caminhava um grande cão preto. O pelo do cão era emaranhado, os olhos brilhavam como fogo incandescente, os dentes mais pareciam presas, e a boca e língua pendente eram da cor do sangue.
Shakra e o cão deram um salto e mergulharam em direcção à Terra por entre as estrelas brilhantes. Por fim, aterraram mesmo ao lado de uma cidade esplêndida.
— Quem és tu, forasteiro? — perguntou, admirado, um soldado, do alto das muralhas da cidade.
— Sou estrangeiro nestas paragens e este — disse, apontando o animal com um gesto — é o meu cão.
O cão preto abriu a boca e ladrou. O soldado que estava de guarda às muralhas ficou aterrado. Foi como se estivesse a olhar para um enorme caldeirão de fogo e de sangue. A garganta do cão emanava fumo. A boca abria-se cada vez mais.
— Fechem os portões! — ordenou o soldado. — Fechem-nos imediatamente!
Mas Shakra e o cão conseguiram saltar os portões cerrados. Os habitantes da cidade fugiram em todas as direções, como se fossem marés a subir ao longo de uma praia. O cão foi no seu encalço, juntando as pessoas como se fossem um rebanho de ovelhas. Homens, mulheres e crianças gritavam, aterrorizados.
— Parem! — gritou Shakra. — Não se mexam!
As pessoas imobilizaram-se.
— O meu cão tem fome. O meu cão tem de ser alimentado.
O rei da cidade, a tremer de medo, ordenou:
— Rápido! Tragam comida para o cão! Imediatamente!
Em breve, carroças chegavam ao mercado carregadas de carne, pão, milho, frutos e cereais. O cão engoliu tudo de uma só vez.
— O meu cão precisa de mais comida! — exclamou Shakra.
As carroças voltaram de novo, carregadas. E o cão voltou a devorar tudo de uma assentada. Depois soltou um grito de angústia, um grito que parecia emanar das profundezas do Inferno.
As pessoas caíram por terra e taparam os ouvidos, aterradas. Shakra, o forasteiro, fez soar a corda do seu arco, que fez um ruído semelhante ao ribombar do trovão numa noite de tempestade.
— O meu cão ainda tem fome! Dêem-lhe de comer!
O rei contorceu as mãos e pôs-se a chorar.
— Já lhe demos tudo o que tínhamos. Não temos mais!
— Sendo assim, o meu cão alimentar-se-á de pastos e montanhas, de pássaros e animais ferozes. Devorará as rochas e mastigará o sol e a lua. O meu cão alimentar-se-á de vós!
— Não! — gritaram as pessoas. — Tem misericórdia de nós! Rogamos-te que nos poupes! Poupa o nosso mundo!
— Então acabem com a guerra — disse Shakra. Alimentem os pobres. Cuidem dos doentes, dos sem-abrigo, dos órfãos, dos velhos. Ensinem a bondade e a coragem às vossas crianças. Respeitem a terra e todas as suas criaturas. Só assim acalmarei o meu cão.
Shakra transformou-se num gigante, resplandecente de luz. Ele e o cão deram um salto e, numa espiral de fumo, subiram cada vez mais alto.
Lá em baixo, nas ruas da cidade, homens e mulheres olhavam o céu, consternados. Estenderam as mãos, uns para os outros e prometeram mudar as suas vidas, fazer o que o forasteiro lhes tinha ordenado que fizessem.
Bem lá de cima, Shakra sorriu no seu trono dourado, ao olhar para a terra. Limpou a testa com um braço resplandecente. As inúmeras estrelas cintilavam, fulgentes, e a escuridão dormitava entre elas, tal como um cão junto de uma fogueira.
Margaret Read MacDonald
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
"A GALINHA NEGRA" - CONTOS E LENDAS DE PORTUGAL E DO MUNDO
BIBLIOTECA ESCOLAR
No âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares os alunos do 5.ºC ouviram o conto cigano "A galinha negra"que consta na obra "Contos e lendas de Portugal e do mundo" uma adaptação de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete.
O conto encenado pela professora Lurdes Brito teve o acompanhamento musical dos estagiários da Escola Superior da Educação, Marta Marques e Marco Marujo.
O conto encenado pela professora Lurdes Brito teve o acompanhamento musical dos estagiários da Escola Superior da Educação, Marta Marques e Marco Marujo.
A equipa da BE agradece a todos estes momentos de aprendizagem.
terça-feira, 19 de outubro de 2021
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
MIBE 2021 - CONTOS DE FADAS...
A MAGIA DAS FLORES
Na Casa de Cristal, perto do Lago de Gelo, vive a Fada Mimi e a sua família.
Eles não gostam muito de sair de casa e passam o tempo a inventar novas magias, com a sua varinha mágica.
Porém, a Fada Mimi, não aprecia essas atividades. Não acha graça a magias, nem gosta de estar fechada em casa. Sempre que chega a primavera, ela adora passear pelos jardins, que ficam ali perto.
Certo dia, andava a passear no jardim e, de repente, viu um gato preto, ainda pequeno, que estava junto a um canteiro de flores de todas as cores. O gato estava a olhar para ela, muito quieto e desconfiado.
- Um gato! Como és lindo, gatinho! Vem cá! Vem cá, meu gatinho! – chamou ela, enquanto corria para ir ter com ele, pois adorava gatos.
Porém, ao correr, tropeçou e caiu dentro do canteiro, onde havia muitas flores de todas as cores. O gato, assustado, fugiu.
Assim que caiu, sentiu um perfume no ar e adormeceu.
Quando acordou, não fazia ideia de quanto tempo tinha estado a dormir, deitada sobre as flores. Olhou à volta, à procura do gatinho, mas ele tinha desaparecido. Ela ainda chamou, chamou, mas ele nunca mais apareceu.
Levantou-se, sacudiu a roupa e uma coisa muito estranha aconteceu: o seu cabelo estava repleto de flores e até parecia uma cabeleira florida. Abanou a cabeça, mas as flores não caíram. Apalpou com cuidado e, percebeu, que elas faziam parte do seu cabelo, como se estivessem lá coladas.
Olhou à volta, à procura da varinha mágica. Foi até ao canteiro e, lá estava ela, no meio daquelas flores todas. E a varinha também estava cheia de flores coladas por todo o lado.
A Fada Mimi ficou muito admirada e pensou que as flores também faziam magia. E aquela era uma magia colorida e perfumada.
Pegou na varinha mágica, rodou-a e sentiu um perfume fantástico que se espalhou pelo ar. Então, decidiu voltar para casa, pois estava ansiosa por contar aos seus pais o que tinha acontecido. Quando ia pelo caminho, apareceu o gatinho preto. Ela, feliz, fez-lhe uma festa e falou com ele:
- Onde estiveste, gatinho? Adormeci e agora sou uma fada florida e toda perfumada. Pensei que tinhas fugido, com medo de mim. Gostas das minhas flores?
O gato aproximou-se da Fada Mimi, olhou para o seu cabelo de flores, miou suavemente e encostou-se a ela. Ela pegou no gato ao colo e levou-o para casa.
- Vamos para casa, gatinho, está bem? Vais ser o meu melhor amigo. O que dirão os meus pais, quando virem estes cabelos e a minha varinha cheia de flores?
Acho que todos vão gostar da magia das flores do canteiro perfumado. Espero que estas flores fiquem comigo para sempre.
Quando a Fada Mimi chegou a casa, todos quiseram ver a sua cabeleira florida e perfumada.
Ficaram maravilhados e acharam que aquela era uma magia verdadeira.
Ela rodou a varinha mágica e choveram flores coloridas, que encheram o ar de perfume e alegria.
Então, uma flor amarela pousou suavemente na cabeça do gatinho preto.
Eles não gostam muito de sair de casa e passam o tempo a inventar novas magias, com a sua varinha mágica.
Porém, a Fada Mimi, não aprecia essas atividades. Não acha graça a magias, nem gosta de estar fechada em casa. Sempre que chega a primavera, ela adora passear pelos jardins, que ficam ali perto.
Certo dia, andava a passear no jardim e, de repente, viu um gato preto, ainda pequeno, que estava junto a um canteiro de flores de todas as cores. O gato estava a olhar para ela, muito quieto e desconfiado.
- Um gato! Como és lindo, gatinho! Vem cá! Vem cá, meu gatinho! – chamou ela, enquanto corria para ir ter com ele, pois adorava gatos.
Porém, ao correr, tropeçou e caiu dentro do canteiro, onde havia muitas flores de todas as cores. O gato, assustado, fugiu.
Assim que caiu, sentiu um perfume no ar e adormeceu.
Quando acordou, não fazia ideia de quanto tempo tinha estado a dormir, deitada sobre as flores. Olhou à volta, à procura do gatinho, mas ele tinha desaparecido. Ela ainda chamou, chamou, mas ele nunca mais apareceu.
Levantou-se, sacudiu a roupa e uma coisa muito estranha aconteceu: o seu cabelo estava repleto de flores e até parecia uma cabeleira florida. Abanou a cabeça, mas as flores não caíram. Apalpou com cuidado e, percebeu, que elas faziam parte do seu cabelo, como se estivessem lá coladas.
Olhou à volta, à procura da varinha mágica. Foi até ao canteiro e, lá estava ela, no meio daquelas flores todas. E a varinha também estava cheia de flores coladas por todo o lado.
A Fada Mimi ficou muito admirada e pensou que as flores também faziam magia. E aquela era uma magia colorida e perfumada.
Pegou na varinha mágica, rodou-a e sentiu um perfume fantástico que se espalhou pelo ar. Então, decidiu voltar para casa, pois estava ansiosa por contar aos seus pais o que tinha acontecido. Quando ia pelo caminho, apareceu o gatinho preto. Ela, feliz, fez-lhe uma festa e falou com ele:
- Onde estiveste, gatinho? Adormeci e agora sou uma fada florida e toda perfumada. Pensei que tinhas fugido, com medo de mim. Gostas das minhas flores?
O gato aproximou-se da Fada Mimi, olhou para o seu cabelo de flores, miou suavemente e encostou-se a ela. Ela pegou no gato ao colo e levou-o para casa.
- Vamos para casa, gatinho, está bem? Vais ser o meu melhor amigo. O que dirão os meus pais, quando virem estes cabelos e a minha varinha cheia de flores?
Acho que todos vão gostar da magia das flores do canteiro perfumado. Espero que estas flores fiquem comigo para sempre.
Quando a Fada Mimi chegou a casa, todos quiseram ver a sua cabeleira florida e perfumada.
Ficaram maravilhados e acharam que aquela era uma magia verdadeira.
Ela rodou a varinha mágica e choveram flores coloridas, que encheram o ar de perfume e alegria.
Então, uma flor amarela pousou suavemente na cabeça do gatinho preto.
Diana Felizardo
sexta-feira, 15 de outubro de 2021
MIBE 2021 - DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÂO - 16 DE OUTUBRO
Mais um desafio da BE...
Let's think! Food, eating and healthy living habits.
Vamos lá testar os nossos conhecimentos.
Wish you have fun.
Thank you. Good luck!
MIBE 2021 - CARTAZ DO AGRUPAMENTO
Trabalho realizado pela aluna Gabriela Valinhas do 6.ºD sob a orientação da professora Raquel Baptista.
quinta-feira, 14 de outubro de 2021
MIBE 2021 - DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO - 16 DE OUTUBRO
2021 é o ano internacional das frutas, legumes e verduras.
Neste mês a Biblioteca Escolar vai também explorar a temática da Alimentação e lança - vos um desafio.
Vamos lá participar!
Clica aqui:
OBRIGADA.
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
OBRIGADA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE PEDROUÇOS
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
A LEBRE E A TARTARUGA
| Youtube |
– Muito bem – respondeu a Tartaruga sorrindo.
– Apesar de seres tão veloz como o vento, vou ganhar-te numa corrida.
A Lebre, pensando que tal era impossível, aceitou o desafio.
Resolveram entre elas que a raposa escolheria o percurso e seria o árbitro da corrida.
No dia combinado, encontraram-se e partiram juntas.
A Tartaruga começou a andar no seu passo lento e miudinho, nunca parando pelo caminho, direita até à meta.
A Lebre largou veloz, mas algum tempo depois deitou-se à beira do caminho e adormeceu. Quando acordou, recomeçou a correr o mais rapidamente que pode.
Mas já era tarde… Quando chegou à meta, verificou que a Tartaruga tinha ganho a aposta e que já estava a descansar confortavelmente.
Moral da história:
Devagar mas com persistência completas todas as tarefas.
NOTA: A Lebre e a Tartaruga é uma fábula de Esopo, com uma moral inerente e com intenção de ensinar valores. Mais tarde, foi recontada por La Fontaine.
Subscrever:
Mensagens (Atom)