BLOGUE DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS - AEP - MAIA
quinta-feira, 13 de março de 2014
SEGURANÇA NA INTERNET
Foto 1 e 2: Árvore da Segurança na Internet.
Foto 3: Alunos a observarem a Árvore da Segurança na Internet durante um intervalo.
A SEMANA DA LEITURA DECORRE DE 17 a 24 DE MARÇO
Espera-se uma semana de festa, de leituras, de momentos de poesia, de momentos de teatro, de momentos musicais! Os escritores José Bernardes, Ana Mafalda Damião, bem como Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira, autores da coleção “Duarte e Marta “irão com certeza contribuir para a celebração da Língua Portuguesa e para auditórios com os melhores sorrisos.
Concretiza-se o projeto “SOBE” com uma pequena dramatização da obra “O sorriso de estrela”trabalhada pela colega Lurdes Brito e os alunos do 6ºD.
segunda-feira, 10 de março de 2014
CONCURSO "UM AUTOR DE CADA VEZ"
Já se encontram apurados os vencedores do concurso do mês de fevereiro. Eis os resultados!
Os premiados irão receber um livro patrocinado pela Porto Editora.
BREVE BIOGRAFIA DE ILSE LOSA
Nascida
na Alemanha a 20 de março de 1913, foge à perseguição nazi refugiando-se em
Portugal em 1934. Adquire a nacionalidade portuguesa. Traduz para português
vários escritores de língua alemã. Da sua vastíssima obra destacam-se algumas
de caráter infanto- juvenil Faísca conta a sua história, Beatriz e o Plátano,
Um fidalgo de pernas curtas, A minha melhor história e outras.
Em 1984 é agraciada com o prémio Gulbenkian de
Literatura Infantil.
Acaba
por falecer a 6 de janeiro de 2006 no Porto, cidade onde viveu grande parte da
sua vida.
CONCURSO “UM AUTOR DE CADA VEZ” - MARÇO
Ilse
Losa é a autora escolhida para o mês de março com particular relevo para a obra
“O príncipe nabo “que será objeto do habitual concurso para todos os alunos do
2º e 3º ciclo. Trata-se desta vez de uma peça de teatro contemplada nas metas
curriculares.
Participa!
sexta-feira, 7 de março de 2014
TEATRO NA BIBLIOTECA ESCOLAR NO ÂMBITO DA SEMANA DA LEITURA "A LÍNGUA PORTUGUESA
E
assim aconteceu…
Entusiasmo e interesse por parte do público alvo e manifesta disponibilidade de interagir com ele por parte dos atores da companhia que não se pouparam a esforços para uma efetiva interação.
A todos parabéns!
DIA INTERNACIONAL DA MULHER (8 DE MARÇO)
A Mulher
I
Um ente de paixão e sacrifício,
De sofrimento cheio, eis a mulher!
Esmaga o coração dentro do peito,
E nem te doas coração, sequer!
Sê forte, corajoso, não fraquejes
Na luta: sê em Vénus sempre Marte;
Sempre o mundo é vil e infame e os homens
Se te sentem gemer hão-de pisar-te!
Se à vezes tu fraquejas, pobrezinho,
Essa brancura ideal de puro arminho
Eles deixam pra sempre maculada;
E gritam então vis: "Olhem, vejam
É aquela a infame!" e apedrejam
a pobrezita, a triste, a desgraçada!
II
Ó Mulher! Como é fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosas duma imagem
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca ri alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doces almas de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!
Florbela Espanca
3 TRAVA-LÍNGUAS
Copo, copo, jericopo,
jericopo, copo cá;
quem não dizer três vezes
copo, copo, jericopo,
jericopo, copo cá,
por este copo não beberá.
- Pardal pardo, porque palras?
-Eu palro e palrarei,
porque sou o pardal pardo,
palrador d'el-rei.
Vale mais Sê-lo que parecê-lo,
mas não parecê-lo e não sê-lo,
vale mais não parecê-lo.
jericopo, copo cá;
quem não dizer três vezes
copo, copo, jericopo,
jericopo, copo cá,
por este copo não beberá.
- Pardal pardo, porque palras?
-Eu palro e palrarei,
porque sou o pardal pardo,
palrador d'el-rei.
Vale mais Sê-lo que parecê-lo,
mas não parecê-lo e não sê-lo,
vale mais não parecê-lo.
In Trava-línguas e mais adivinhas coloridas, Tiago Salgueiro
CONHECER OUTRAS BIBLIOTECAS
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin
A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) é um órgão da Universidade de São Paulo (USP). Foi criada, em Janeiro de 2005, para acolher e integrar a brasiliana* reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A colecção foi doada pela família Mindlin à USP. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, a brasiliana da BBM é considerada a mais importante colecção do género reunida por um particular. São cerca de 17000 títulos, ou 40000 volumes. Parte do acervo doado pertencia ao bibliófilo Rubens Borba de Moraes, cuja biblioteca foi guardada por Guita e José Mindlin desde a sua morte.
São funções da Biblioteca Mindlin, em conformidade com o seu regimento, conservar, divulgar e facilitar o acesso de estudantes, pesquisadores e do público em geral ao seu acervo; assim como promover a disseminação de estudos de assuntos brasileiros por meio de programas e projectos específicos. Neste sentido, como órgāo da Universidade, a Biblioteca tem reunido especialistas, sediado projectos e apoiado iniciativas de estudos no campo da história e geografia do Brasil, literatura e cultura brasileiras, assim como sociologia, antropologia, economia e outras áreas afins - próximas às vertentes que conformaram a colecção Brasiliana de dr. José Mindlin.
Por outro lado, a Biblioteca Mindlin organizou-se - reivindicando outra tradição cultivada pelo seu criador - como um centro interdisciplinar devotado aos estudos da "cultura do livro". No actual contexto de ampliação do campo de estudos do livro, nas suas múltiplas dimensões disciplinares e interdisciplinares, a Biblioteca Mindlin configura-se como um centro capaz de agregar estudiosos e pesquisadores interessados. Um espaço académico para congregar e promover a pesquisa sobre a prática da escrita e da leitura, a produção do livro e dos impressos em geral, das ciências da informação, das novas tecnologias e meios de difusão da cultura escrita. Como centro de pesquisa, a Biblioteca Mindlin abriga projectos articulados no campo das Humanidades Digitais.
* Acervo bibliográfico e documental sobre assuntos brasileiros
POEMA DA SEMANA
Corre cavalinho branco
Corre cavalinho branco
Sobre as ervas e as flores
Doem teus cascos feridos
Ninguém sabe as tuas dores
Corre cavalinho branco
Nesse prado de verdura
Tanto pesa tua sela
Ninguém sabe tua amargura
Corre cavalinho branco
Bebendo a luz do luar...
Que vento longe te leva
que não te deixa parar?
In Segredos e Brinquedos, Matilde Rosa Araújo
quinta-feira, 6 de março de 2014
AMOSTRAS PARA LER +
Contos da Selva
O papagaio nu
Era uma vez um bando de papagaios que vivia no mato.
De manhã cedo iam comer milho à quinta e de tarde comiam laranjas. Faziam um grande barulho com os seus gritos e havia sempre um papagaio de sentinela nas árvores mais altas, para ver se lá vinha alguém.
Os papagaios são tão traquinas como as lagostas porque abrem as espigas de milho para debicá-las e elas, depois, apodrecem com a chuva. E como ao mesmo tempo os papagaios são óptimos para fazer sopa os caçadores perseguem-nos a tiro.
Um dia um homem derrubou com um tiro um papagaio sentinela, o qual caiu ferido e ainda lutou um bom bocado antes de se deixar agarrar. O caçador levou-o para casa, para os filhos do seu patrão. Os meninos curaram-no porque o único ferimento que tinha era um pequeno golpe numa das asas. O papagaio curou-se mas ficou completamente manso. Chamava-se Pedrinho. Aprendeu a dar a pata , gostava de ficar no ombro das pessoas e com o bico fazia-lhes cócegas nas orelhas.
Vivia solto e passava quase todo o dia nas laranjeiras e nos eucaliptos do jardim. Gostava também de se meter com as galinhas. Às quatro ou cinco da tarde, que era a hora em que os donos da casa lanchavam, o papagaio entrava também na sala de jantar e subia pela toalha da mesa, com o bico e as patas, para comer...
Ficaste com curiosidade? Queres conhecer toda a história do papagaio Pedrinho? Queres conhecer outras histórias igualmente fantásticas e emocionantes? Procura o livro na tua Biblioteca Escolar!
In Contos da selva, Horacio Quiroga
quarta-feira, 5 de março de 2014
TEATRO NA BIBLIOTECA ESCOLAR NO ÂMBITO DA SEMANA DA LEITURA "A LÍNGUA PORTUGUESA
No dia 6 de março, a Biblioteca Escolar da escola sede vai receber o grupo de teatro “Corpos de Aluguer Trupe”, para representação da peça “Os piratas” de Manuel António Pina.
Esta atividade é da responsabilidade do grupo de Português do 2º ciclo.
Estão previstas 4 sessões abrangendo os dois turnos para contemplar a presença de alunos de todas as turmas do 2º ciclo.
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