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1117am
ter, 24 de Novembro

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

CICLO DE PALESTRAS...


Palestra “ Violência doméstica/ Namoro"

E porque se torna urgente debater este tema, iniciou-se hoje com  os alunos do 8.ºF um ciclo de
 Palestras destinado a todos os 8. ºe 9.ºanos, dinamizado pelos agentes Rui Silva e Natália Santos, da Escola Segura.





Informar para formar cidadãos responsáveis e ativos, conhecedores dos seus direitos e deveres.

BIBLIOTECA PAPINIANO CARLOS

E assim acontece na BE...


A pesquisa...

A pesquisa...

A leitura...

A leitura...

A leitura...

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

PILHÂO VAI ESCOLA

PILHAS AJUDAM IPO




A equipa da Biblioteca Escolar de Pedrouços agradece a todos os alunos e E. Educação, que durante o 1.º período entregaram pilhas e baterias usadas na BE.
Esta oferta permitiu-nos entregar 1 pilhão cheio à Ecopilhas.
Continuem a participar!
Muito obrigada.

MARATONA DAS CARTAS – AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL

"As nossas assinaturas têm mais poder do que imaginamos."


"DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS É HOJE UM ATO DE CORAGEM, NÃO DEIXE QUE SE EXTINGA."


Participação dos alunos do 4º ano,Turma B, da Escola Básica de Boucinha no desafio à participação cívica e a apresentação dos casos em apreciação - expostos no link da Amnistia Internacional Portugal.


Para saber mais...

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

PRÓXIMA FESTA A 06 DE JANEIRO

DIA DE REIS...
Gaspar (incenso), Baltazar (mirra) e Belchior ou Melchior (ouro)


PARA SABER MAIS:

E O JANEIRO JÁ COMEÇOU….



A Pescada de Janeiro, vale um carneiro.
Aproveite Fevereiro quem folgou em Janeiro.
Calças brancas em Janeiro, sinal de pouco dinheiro.
Cava fundo em Novembro para plantares em Janeiro.
Chuva em Janeiro e não frio, dá riqueza no estio.
Comer laranjas em Janeiro, é dar que fazer ao coveiro.
Da flor de Janeiro, ninguém enche o celeiro.
Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.
Em Janeiro saltinho de carneiro.
Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar.
Em Janeiro uma hora por inteiro e, quem bem olhar, hora e meia há-de achar.
Em Janeiro, cada Ovelha com seu Cordeiro.
Em Janeiro, nem Galgo lebreiro, nem Açor perdigueiro.
Em Janeiro, seca a Ovelha no fumeiro.
Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
Em Janeiro, um Porco ao sol e outro ao fumeiro.
Goraz de Janeiro vale dinheiro.
Janeiro fora, cresce uma hora.
Janeiro geoso e Fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
Janeiro molhado, se não cria o pão, cria o gado.
Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.
Janeiro quente, traz o Diabo no ventre.
Janeiro tem uma hora por inteiro.
Luar de Janeiro não tem parceiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá no rosto.
Não há luar como o de Janeiro nem amor como o primeiro.
No minguante de Janeiro, corta o madeiro.
O mês de Agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.
Pintainho de Janeiro, vai com a mãe ao poleiro.
Poda-me em Janeiro, empa-me em Março e verás o que te faço.
Quem em Janeiro lavrar, tem sete pães para o jantar.
Sapato branco em Janeiro é sinal de pouco dinheiro.
Se o sapo canta em Janeiro, guarda a palha no sendeiro.
Se queres ser bom alheiro, planta alhos em Janeiro.
Se queres ser bom milheiro, faz o alqueire em Janeiro.
Seda em Janeiro, ou fantasia ou falta de dinheiro.
Verdura de Janeiro, não vai a palheiro.
Vinho verde em Janeiro, é mortalha no telheiro.


                                                                                                                    http://proverbios.aborla.net/pesquisa/janeiro



Empar: suster a videira com estacas ou varas


Vê se consegues decorar alguns!

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

PROVÉRBIOS DE DEZEMBRO

Alêtheia Editores
Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Não há Dezembro valente que não trema.
Ande o frio onde andar, no Natal cá vem parar.
Em Dezembro descansa mas não durmas.
Em Dezembro, a uma lebre, galgos cento.
Se queres um bom alhal, planta-o no mês do Natal.
Lenha de figueira, rica de fumo, pobre de madeira.
Em Dezembro chuva, em Agosto uva.
Quem colhe azeitona antes do Natal, deixa metade no olival.
Mal vai a Portugal se não há três cheias antes do Natal.
Em Dezembro treme o frio em cada membro.
Os dias de Natal são saltos de pardal.
Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.
Dezembro frio, calor no estilo.
Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.
Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano, mês a mês até ao final.
Caindo o Natal à segunda-feira, o lavrador tem de alargar a eira.
Chuva em Novembro, Natal em Dezembro.
De Outubro a Dezembro não busques o pão no mar.
De Santa Catarina ao Natal, bom chover e melhor nevar.
De Santa Catarina ao Natal, mês igual.
De Santa Luzia ao Natal, ou bom chover ou bom nevar.
Depois de o Menino nascer, é tudo a crescer.
Dezembro molhado, Janeiro geado.
Dezembro nasceu Deus para nos salvar.
Dezembro ou seca as fontes ou levanta as pontes
Dezembro quer lenha no lar e pichel a andar.
Do Natal a Santa Luzia cresce um palmo em cada dia.
Do Natal a São João, seis meses são.
Dos Santos ao Advento, nem muita chuva nem muito vento.
Dos Santos ao Natal bico de pardal.
Em dia de festa e Natal, atesta a barriga, não faz mal.


http://educamais.com/proverbios-de-dezembro/

TRABALHOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS NAS DISCIPLINAS DE INGLÊS E PORTUGUÊS

Mensagens de Natal no átrio da nossa Escola

Visitem-nos nesta quadra natalícia.

Feliz Natal

Feliz Natal

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

CONTO DE NATAL - 3

A Estrela de Natal


— Este ano — disse o senhor Bontempo no fim do pequeno-almoço — havemos de fazer uma árvore de Natal enorme, magnífica.

— Pois claro — respondeu a senhora Bontempo, toda risonha, olhando para o tecto da sua grande casa nova. — Pois claro, podemos arranjar uma muito grande.

Os cinco meninos Bontempo fecharam os olhos para poderem imaginá-la à sua vontade. E à noite, quando o senhor Bontempo trouxe para casa caixas e caixas cheias de enfeites novos para a árvore, toda a família o rodeou imediatamente.

Deve dizer-se que eram enfeites magníficos! Grandes bolas prateadas capazes de fazer inveja a todas as árvores da terra, frutos de vidro, sininhos brilhantes que tocavam a valer, e pássaros cor do arco-íris, de asas abertas. E, por fim, o mais belo, o mais cintilante dos anjos.

— O anjo irá para o cimo da árvore — disse o senhor Bontempo com orgulho. — A estrela que costumávamos lá pôr serviu durante muito tempo; agora quero uma coisa diferente.

A senhora Bontempo já não sorria, e os cinco meninos também não.

— O quê! — pensava ela com tristeza. — Aquela estrela que sempre vi no cimo de todas as árvores de Natal da minha infância!

«Aquela estrela é a primeira coisa em que nós pensamos quando falamos em Natal», disseram consigo os dois mais velhos.

A Maria e o Miguel, os mais novinhos, também pensavam que ficariam muito tristes se a estrela não estivesse no seu lugar no cimo da árvore.

E a Marta, a mais pequenina, exclamou:

— Ó pai, eu quero a estrela!

Então o senhor Bontempo teve uma ideia luminosa. Com muito cuidado, pousou o anjo em cima da chaminé e disse:

— O lugar dele é aqui. Não fica bem? Afinal, parece-me que se a árvore de Natal for muito rica deixará de ser a nossa árvore de Natal.

E toda a família Bontempo soltou um suspiro de alívio. Sentaram-se à mesa com os olhos a brilhar, como se a velha estrela tão querida de todos se reflectisse em cada olhar.


Maria Isabel de Mendonça Soares in 365 Histórias de Encantar, da Verbo Infantil, 1955

POEMA DE NATAL



Quando um Homem Quiser


Tu que dormes à noite na calçada do relento
numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que dormes só o pesadelo do ciúme
numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
e sofres o Natal da solidão sem um queixume
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Natal é em Dezembro
mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
é quando um homem quiser
Natal é quando nasce
uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto
que há no ventre da mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
tu que inventas bonecas e comboios de luar
e mentes ao teu filho por não os poderes comprar
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
és meu irmão, amigo, és meu irmão.


Ary dos Santos, in "As Palavras das Cantigas"

TRABALHOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS

BIBLIOTECA PAPINIANO CARLOS

NATAL

Trabalhos produzidos pelos alunos do 1.º ciclo

Trabalho produzido pelas crianças